sábado, 21 de dezembro de 2013

Ildinho faz reunião para arrumar a casa e quer um governo melhor em 2014

   Landisvalth Lima
Reunião convocada para arrumar a casa (foto: Jorge Souza)
Depois de vivermos um ano que merece ser esquecido, parece que a administração do prefeito Ildefonso Fonseca acordou para o futuro. Nos últimos quinze dias, o prefeito e seu filho Beto Fonseca tentam unir os cacos políticos do vaso que se quebrou e esperam que a emenda fique melhor que o soneto. E parecem determinado a descentralizar toda a administração. Em suma, querem ouvir mais para fazer melhor. Para tanto, neste sábado foi realizada uma grande reunião com várias lideranças na fazenda Vaca Brava, de propriedade do prefeito, no município de Fátima. Compareceram, além do prefeito Ildinho e de Beto Fonseca, o vice-prefeito Gama Neves, os vereadores Zeic Andrade, Ronaldo, Ana Dalva, Valdelício, José Clovis e Raimundo Sabiá. Todos os secretários compareceram: Renilson Alves, José Guerra, José Quelton, Maria Zizélia. Além disso, várias lideranças dos quatro cantos do município.  
Dê um clique aqui para continuar lendo.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

sábado, 30 de novembro de 2013

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Landisvalth Blog: Joaquim Barbosa encerra processo para 16 condenados


O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, deve expedir os primeiros mandados de prisão do mensalão nesta sexta-feira (15). No início da tarde de hoje ele determinou o chamado trânsito em julgado - fim efetivo do processo - para 16 réus, entre eles o ex-ministro José Dirceu e alguns que, mesmo sem os votos necessários, haviam apresentado recursos à corte.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

IMPACTO JOVEM BLOG: MATÉRIA ESPECIAL...

IMPACTO JOVEM BLOG: MATÉRIA ESPECIAL...:                                                                     S.O.S. MEIO-AMBIENTE. Outra vez os meus olhos lacrimejam e o me...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Os desvios do Fundeb em Heliópolis e outras desgraças

                              Landisvalth Lima
Sei que não vai adiantar nada, mas minha consciência me pede para continuar. E não vou cansar nunca de dizer: são duas as doenças que impedem a melhoria da gestão pública em Heliópolis: a ação da maioria dos vereadores e a benevolência do TCM – Tribunal de Contas dos Municípios - no julgamento das contas dos gestores. Todos sabem, até a minha avó que já morreu: O prefeito Walter Rosário, do PCdoB, foi o maior desviador de recursos da história do município de Heliópolis. Só do FUNDEB foram mais de 420 mil reais em dois anos, comprovados pelos próprios conselheiros. Além disso, há processo que corre em segredo de justiça na Ministério Público Estadual, sobre a construção da creche da Rua Mangabeira, que envolve propinas, ameaças de morte e o escambau. Não vou nem mais falar aqui das denúncias da vereadora Ana Dalva. Com tudo isso, pasmem! O TCM aprovou, com ressalvas, as contas de 2012. E sabem quanto o Walter Rosário vai pagar de multa? A bagatela de 1.500 reais, menos ainda que o piso nacional de um professor por austeros 30 dias de trabalho! Oh! Deus, onde estás que não responde?
Não estou brincando. Está lá no portal do TCM. Mas se quiser um acesso mais fácil, é só ir até o blog do Joilson Costa. O processo é o de nº 09988-13, Parecer Prévio nº 09988/13 e Deliberação de Imputação de Débito nº 09988/13. O conselheiro relator responsável é o nobre Raimundo Moreira, que, claro, vai alegar que aplicou a Lei. Todos sabem que as Leis no Brasil servem, na sua esmagadora maioria, para beneficiar ladrão, corrupto, malversador do dinheiro público e vários outros canalhas. Ele ainda determinou a restituição, com recursos municipais, da importância de R$ 107.911,54 (cento e sete mil, novecentos e onze reais e cinquenta e quatro centavos) à conta do FUNDEB, além de determinação para adoção de providências por parte do atual Gestor. Ou seja, caiu nos braços de Ildinho Fonseca retirar dos recursos públicos municipais este dinheiro para recolocá-lo na conta do fundo. Walter Rosário desviou a grana, tirou do salário dos professores e não vai pagar nada por isso, além de uma multazinha irrisória. Saiu de graça! Para piorar o desafino, a maioria esmagadora dos professores votaram no PC do B! É para rir ou entrar em desespero! Some-se a isso o fato de ainda não ter sido resolvida a devolução dos outros 213 mil desviados também do FUNDEB pelo mesmo gestor. Ou seja, o prefeito anterior fez duas vezes o mesmo ato e foi beneficiado em ambos. Tradução: no Brasil, vale a pena roubar, mas, para isso, tem ser amigo do Rei! 
O que não vale no Brasil é se indignar com isso. Não vale a pena dizer estas coisas, sair por aí escrevendo verdades. Por isso estou impedido ainda de publicar no meu blog estes absurdos e tenho que usar aqui o blog da vereadora Ana Dalva. A justiça continua impedindo que eu possa exercer a minha cidadania, denunciando as irregularidades praticadas pelo indigitável Walter Rosário. A censura ao Landisvalth Blog continua, mesmo que o prefeito não seja mais prefeito, mesmo que, neste caso, a Lei esteja a meu favor. Nem julgam, nem liberam. Ocorre que há outros recursos, outros portais. Se me tirarem a palavra, terei a voz para gritar. Se me cortarem a garganta terei as mãos para gesticular. Se me cortarem as mãos, ainda restará um corpo. Se me matarem, ainda assim meu fantasma atormentará os corruptos toda vez que meu nome se materializar em um dos sentidos.

domingo, 29 de setembro de 2013

¨¨¨Landisvalth Blog: A Bahia quebrou?

¨¨¨Landisvalth Blog: A Bahia quebrou?:                                     Landisvalth Lima Não é a primeira vez que a nossa velha e querida Bahia passa por dificuldades finan...

sábado, 28 de setembro de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Projeto do Concurso é enviado à Câmara Municipal de Heliópolis

Prefeito manda projeto com alterações e Câmara aprova a Urgência.

Câmara recebeu o Projeto de Lei que trata do concurso e aprovou urgência
O projeto de Lei nº 012/2013 do Poder Executivo Municipal de Heliópolis foi enviado nesta segunda-feira à Câmara Municipal de Heliópolis. O documento trata da criação de novos cargos e acrescenta vagas aos já existentes, com o intuito da realização de Concurso Público. O projeto ainda não é um primor, mas houve significativas mudanças depois das contribuições dadas pelo Ministério Público e pela Câmara Municipal de Heliópolis e, por isso, na mesma Sessão ordinária desta manhã, a vereadora Ana Dalva colocou a Urgência Urgentíssima em discussão e votação. O Líder da oposição, José Mendonça Dantas, pediu mais tempo e foi pela negação da urgência. Entretanto, a vereador Ana Dalva salientou que todas as mudanças solicitadas foram feitas e que a urgência era pertinente. Sem acordo, foi colocada em votação e deu empate em 3 a 3, porque faltou um vereador da bancada do prefeito, o vereador Raimundo Sabiá – foi atender uma emergência de saúde – e o vereador da oposição – Claudivan Alves – resolveu se abster. Ficou então com Ana Dalva o voto de minerva e ela bateu o martelo pela Urgência Urgentíssima. Entretanto, sabedora de que os vereadores não tiveram tempo para analisar com calma toda a lei modificada, Ana Dalva colocou o projeto na pauta da reunião da semana que vem, para que os vereadores possam ter ciência do pleno conteúdo.
Neste novo projeto, foram criados 10 níveis de salários, sendo o Nível I remunerado a R$ 678,00 até o nível X a R$3.505,26. Para o cargo de Professor Nível I, o requisito mínimo é de Nível Médio – Modalidade Normal, mas qualquer profissional da área de ensino que tenha nível superior poderá se inscrever. A criação de vagas por disciplina não foi possível porque não há amparo no Plano de Cargos e Salários dos Profissionais do Magistério. A Lei precisa ser reformulada, mas parece que não há boa vontade para isso. A notícia boa é que as vagas aumentaram para 50. De qualquer forma, quem for aprovado solicitará a cadeira da sua respectiva disciplina, a partir do privilégio da colocação no concurso. A grande melhora aconteceu com os salários dos médicos, que ficou no Nível X. Os cargos e as vagas do Concurso Público serão:

Cargo
Vagas
Carga horária
Salário
Agente de Endemias
11
40
R$ 694,95
Assistente Social
02
20
R$ 1.559,40
Motorista CNH D
05
40
R$ 800,04
Professor Nível I
50
25
R$ 979,38
Assist. Administrativo
05
40
R$ 694,95
Aux. de Serv. Gerais
20
40
R$ 678,00
Mecânico
01
40
R$ 678,00
Téc. Enfermagem
02
40
R$ 711,90
Enfermeiro
02
40
R$ 1.803,48
Engenheiro Civil
01
20
R$ 1.803,48
Farmacêutico
01
                20
R$ 1.559,40
Fisioterapeuta
01
                20
R$ 1.559,40
Nutricionista
01
                20
R$ 1.559,40
Psicólogo
01
                20
R$ 1.559,40
Psiquiatra
01
                20
R$ 2.000,10
Tec. Laboratório
01
40
R$ 711,90
Aux. Saúde Bucal
01
40
R$ 711,90
Odontólogo
01
20
R$ 1.559,40
Médico Pediatra
01
20
R$ 3.505,26
Médico Ginecologista
01
20
R$ 3.505,26
Médico
03
20
R$ 3.505,26
Operador de Retro
01
40
R$ 901,74
Op. Motoniveladora
01
40
R$ 1.003,44
Total
114



Vale salientar que para muitos cargos o número de vagas pode até dobrar. No caso dos professores, se houver realmente vontade para melhorar a educação, serão chamados pelo menos 80 profissionais. Fato é que o projeto está bem melhor. Isto porque os administradores resolveram baixar a bola e dialogar. Também merece crédito o trabalho dos vereadores, notadamente a presidência da Câmara e os vereadores da oposição que, neste caso, tiveram uma atuação até aqui irretocável. A determinação da vereadora Ana Dalva foi preponderante. Principalmente, deve-se elogiar, e aqui se fazem por merecido, o prefeito Ildinho e seus auxiliares. Não que o projeto esteja no ponto que se deseja, mas houve substancial melhora. Pena que diálogos como este, entre a Câmara de Vereadores e o Executivo, deveriam acontecer com mais frequência. Perdemos um grande tempo.
Reproduzido do Landisvalth Blog.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Reunião na Câmara Municipal aprova sessões nos povoados

Ana Dalva 
A vereadora Ana Dalva convocou uma reunião administrativa com os vereadores na última quarta-feira pela manhã. Estava na pauta alguns temas polêmicos, além da posição de como proceder na análise do Projeto de Lei nº 012/2013, que trata da questão do Concurso Público da Prefeitura Municipal de Heliópolis. Também foram discutidos mudanças no Regimento Interno da Câmara Municipal. Um dos pontos é permitir a candidatura avulsa para quaisquer cargos da mesa diretora, o que quebraria com a obrigatoriedade de só concorrer com a chapa completa. Além disso, fala-se no fim do 2ª Secretaria, que é de uma inutilidade. Agora, inclusive, o cargo está vago. Ana Dalva propôs ainda o fim da reeleição para cargos da Câmara e ela seria a primeira a não ter direito à reeleição, justamente para facilitar a aprovação. Também a presidenta do legislativo quer levar a Câmara Municipal aos povoados em Sessões Itinerantes e, por fim, a decisão sobre os cargos que serão criados para o 1º Concurso da Câmara Municipal de Heliópolis.
Além de Ana Dalva, compareceram os vereadores Giomar Evangelista, Ronaldo Santana, Doriedson Oliveira, Raimundo Sabiá, José Mendonça Dantas e Claudivan Alves. O vereador José Clóvis Pereira compareceu, mas teve logo que sair para atender uma emergência e o vereador Zeic Andrade não compareceu e nem justificou. A reunião teve o comando da Advogada Ivana Santana, da Assessoria Jurídica da Câmara Municipal. Após cerca de cinco horas de debate, ficaram aprovadas as Sessões Itinerantes nos povoados, em datas a serem definidas pela Mesa Diretora, os cargos que farão parte do quadro efetivo para realização de concurso público da casa (Diretor Administrativo, Auxiliar de Administração, Auxiliar de Serviços Gerais e Motorista) e algumas mudanças técnicas no Regimento Interno. Não foram favoráveis ao fim da reeleição e nem às candidaturas avulsas. Estas últimas teriam que passar por emenda à Lei Orgânica do Município, o que exigiria 2/3 (dois terços) para aprovação. Ficou para uma outra reunião com o setor contábil o estabelecimento dos valores dos vencimentos dos cargos efetivos. 
Sobre a reunião, Ana Dalva disse que foi muito produtiva, embora não tenha sido tudo o que ela queria efetivado. “Não adianta forçar a barra. Política tem o seu momento. Foi o que conseguimos com a decisão da maioria. O importante é que as transformações estão ocorrendo e espero em breve termos uma Câmara Municipal totalmente independente e que o vereador possa andar pelo município de cabeça erguida como legítimo representante do povo e não de grupos políticos ou de uma autoridade. O que ninguém pode negar é que estamos no caminho certo e, com a mudança gradual das mentalidades, evoluiremos ainda mais. Meus colegas estão de parabéns!”, concluiu.

domingo, 7 de julho de 2013

Norte e Nordeste são os que mais sofrem com falta de médicos

Por Priscilla Borges - do iG.  
Dados mostram que 4 Estados possuem mais de dois médicos para cada mil habitantes, a maioria no Sudeste; em 5 estados, há menos de um médico para atender mil pessoas.
Em Marechal Thaumaturgo, no Acre, quatro médicos “cadastrados” – o que significa com registro no Conselho Regional de Medicina do Estado – se revezam no atendimento da população. Eles contam com o apoio de mais quatro médicos estrangeiros, que não têm o diploma validado ainda, para auxiliá-los no atendimento dos 15 mil habitantes do município. Os estrangeiros são os únicos que moram na cidade. Os outros vivem em Rio Branco. Distante 700 quilômetros da capital, o município conta com um hospital, mas a estrutura não permite atendimentos de média complexidade. Nesses casos, é preciso sair da cidade, de avião ou de barco. As dificuldades vividas pelos moradores de Marechal refletem o que há por trás das estatísticas disponíveis sobre a distribuição dos médicos em todo o país. A desigualdade de oferta e atendimento ocorre em todo lugar. Apenas 4% dos profissionais brasileiros, registrados nos conselhos, estão na região Norte. A proporção é de 0,9 médico por 1 mil habitantes na região. Para o Ministério da Saúde, a relação é muito baixa. Está abaixo da média nacional, de 1,8 médico por 1 mil habitantes, também considerada aquém do necessário para o país. O número é inferior ao do Reino Unido (2,7), cujo sistema de saúde é universal, Argentina (3,2) e Uruguai (3,7). Dos cinco estados brasileiros com menos de 1 médico para atender cada 1 mil habitantes, três estão na região Norte e dois no Nordeste. A pior situação é a do Maranhão, com relação 0,58 médico por 1 mil habitantes. Do total, 21 Estados estão abaixo da média nacional usada pelo governo, cujo ano de referência é 2012. O Distrito Federal tem a maior proporção de médicos por habitante (3,46), segundo o levantamento (confira mapa). A referência é a mais utilizada para definir a quantidade de médicos no país. Apesar de revelar desigualdades, ela ainda esconde diferenças maiores dos municípios. Em uma mesma cidade, a realidade das periferias, áreas pobres e de conflitos não é a mesma das demais em termos de oferta de médicos. Nessas regiões, os médicos são ainda mais escassos. O mapa do Estado de São Paulo ilustra bem a situação: 57,6% desses profissionais estão na região metropolitana.
Carências
De acordo com o Ministério da Saúde, dos 360 mil médicos em atividade no Brasil em 2012, 206 mil trabalhavam na região Sudeste. Um estudo da Estação de Pesquisas de Sinais de Mercado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sobre a escassez de médicos no país mostra que cerca de 1,3 mil dos 5.565 municípios brasileiros possuem um médico para atender cada 3 mil habitantes. Do total de cidades, 7% não possuem médicos que morem nesses locais. E a projeção do governo é de que o déficit de médicos aumente. Marechal Thaumaturgo é um dos 1.568 que pediram médicos pelo Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) e não conseguiram. Em todo o país, 55% das 2.867 cidades que pediram os profissionais não receberem nenhum. As primeiras seleções do programa, a maior aposta do governo para a interiorização de médicos, abriram 13 mil vagas e 3,6 mil foram preenchidas. Além da demanda do programa que financia profissionais com bolsas de R$ 8 mil e concede bônus de 10% em programas de residência depois aos participantes, o Ministério da Saúde estima criar 35 mil postos de trabalho (confira tabela) para médicos até 2015. As vagas surgirão em hospitais, unidades básicas de saúde e de pronto-atendimento. “Ainda formamos poucos profissionais para o tamanho das nossas carências e diferentes pesquisas mostram isso. Somente na medicina surgem mais empregos que profissionais. Há um grande desafio há ser resolvido e não é uma política isolada de saúde que vai resolver, mas há essa necessidade de médicos”, analisa o coordenador da Estação de Pesquisas de Sinais de Mercado da Universidade Federal de Minas Gerais, Sabado Girardi. Antônio Carlos Figueiredo Nardi, presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), reforça o coro da falta de profissionais na maioria das cidades do país. Secretário em Maringá, município do Paraná que possui um dos melhores índices de qualidade de vida do Brasil, ele conta que nove equipes de saúde da família de lá estão sem médicos. Dos 16 profissionais aprovados no último concurso, apenas cinco assumiram a vaga. “Essa é a minha realidade, em uma cidade grande, planejada. As dificuldades no interior são muito maiores. A realidade é que faltam médicos para atender no serviço público e na atenção básica de saúde. Por isso, defendo a vinda de estrangeiros para cá”, desabafa. O Conselho Federal de Medicina discorda. Para a entidade, a carreira precisa ser reformulada, garantindo estímulos para que o médico vá para essas regiões carentes. Aloizio Tibiriçá, vice-presidente do CFM, diz que o Estado precisa assumir a responsabilidade de suprir a carência de profissionais e condições de trabalho nas regiões mais inóspitas. “Seria preciso um incentivo público para que se fixassem médicos nesses locais, com estrutura e equipes adequadas, garantia de formação continuada nesses locais, que, muitas vezes, são como praças de guerra. Isso não é atrativo, é preciso ter condições de trabalho”, critica. Os dados mais recentes do CFM, de 2013, já registram 387 mil médicos e uma relação de 2 médicos por 1 mil habitantes no país. O governo não usa os números porque diverge das metodologias usadas na contagem.
Medidas polêmicas
Uma das propostas mais polêmicas anunciadas pelo governo para suprir a falta de médicos nas regiões de interior e periferia é a atração de médicos estrangeiros. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, garante que a seleção só será feita para vagas que os brasileiros não quiserem assumir. Cerca de 10 mil postos devem ser oferecidos. Elias de Souza Moura, obstetra acreano, é contra a medida. “É um paliativo”, diz. Morador da cidade de Sena Madureira, distante 144 km da capital do Acre, ele trabalha há 27 anos na rede pública do município. “As dificuldades aqui são grandes, de distância e acesso aos municípios. Temos uma faculdade que forma 40 médicos por ano e nenhum vai para o interior”, afirma. Arinaldo Leal, presidente da Associação Piauense de Municípios (Appm), também defende que as políticas sejam mais abrangentes. “Não é só uma questão de ter médico. É tudo muito complexo. O SUS paga pouco aos profissionais, eles precisam de infraestrutura adequada e precisamos pensar como fazer essas pessoas viverem longe dos grandes centros”, comenta. Keyser Alan dos Santos Bastos, secretário municipal de saúde do município acreano de Marechal Thaumaturgo, de 37 anos, não vê possibilidades de solução para os pequenos municípios sem os estrangeiros. Ele lembra que só os peruanos que atuam em sua cidade aceitam morar lá. Os outros se revezam a cada semana no atendimento da cidade, que ainda possui duas unidades de saúde na área rural. Para chegar lá, é necessária uma viagem de um dia de barco. Os médicos só passam lá uma semana por mês. No resto do tempo, um enfermeiro e um técnico atendem à população. “Outros profissionais, como enfermeiros e psicólogos vão para o interior. Por que o médico não? Eles querem ficar nos grandes centros porque sabem que a vida é melhor. A gente abdica de muita coisa para ficar no interior”, comenta.

Landisvalth Blog. Infraestrutura inadequada impede ida de médicos para o interior

Landisvalth Blog: Infraestrutura inadequada é entrave para interior: Por Priscilla Borges - do iG. Médicos ressaltam que, sem garantias de boas condições de trabalho, nem os estrangeiros vão encarar viver no interior.As condições de trabalho no interior do País, na grande maioria dos municípios, exige jogo de cintura dos médicos que decidem atender à população nesses locais e paciência de quem precisa de atendimento.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Cotada para disputar as eleições presidenciais em 2014, Marina Silva diz que manifestações mostram “novo sujeito político”, que pede agenda de reivindicações para o Estado

                            Do portal IG. 
Para a ex-senadora Marina Silva, as manifestações realizadas em todo o País nas últimas semanas ensinam aos políticos pelo menos duas coisas: há um novo “sujeito político” em formação e essas novas pessoas querem um novo jeito de governar.
Marina Silva tenta organizar a REDE
“Esse novo sujeito político que está emergindo é fruto da combinação de muitas coisas: da quebra da intermediação da informação, da capacidade de interação. Esse novo ativismo não é dirigido por partido, sindicato, é um ativismo autoral. Isso tudo tem algo muito importante de ser percebido”, afirmou.
Segundo a possível candidata às eleições presidenciais de 2014, que trabalha para viabilizar a criação de seu novo partido, a Rede Sustentabilidade, o novo desenho político esperado por essa geração exige uma agenda comum entre os governos, que seja de Estado e não partidária.
“O Brasil quer um realinhamento político novo. Os partidos não devem querer governar sozinhos. Depois disso tudo, só há um caminho: pensar uma agenda para o Brasil que seja maior do que os partidos. Temos de entender que Estado não é governo e governo não é partido. Não se pode mudar a agenda só porque mudou o governo ou o partido”, defendeu.
Marina ressaltou que a demanda da população por protagonismo político ocorre no mundo todo. Para ela, com as mudanças provocadas pela internet, esse fenômeno era “uma questão de tempo”, já que a rede, como ela analisa, mudou meios de comunicação, ciência, cultura. “Essas pessoas não querem mais ser espectadoras. Elas foram renegadas pelos grandes partidos que têm o monopólio da política. As pessoas que estão indo para as ruas querem novas formas de realização da democracia”, comentou.  
A ex-senadora admite que não é possível prever o resultado de todos os protestos. Os desafios, na opinião dela, é manter o “ativismo autoral” sem que ele se perca “no individualismo e na fragmentação”. “Temos de perceber que essa situação é genuína e não é uma reconstrução do que passou. É um erro querer rotular e se apropriar disso. O Brasil pode ser um país de um novo paradigma. Há algo em estado de latência”, disse.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

¨¨¨Landisvalth Blog: Cuidado, Ildinho!

¨¨¨Landisvalth Blog: Cuidado, Ildinho!
                                            Landisvalth Lima 
O que está ocorrendo no país não é coisa de baderneiro. É uma espécie de grito que estava sufocado na garganta da classe média brasileira. Essa insatisfação já havia dado sinais no ano passado em vários lugares. Salvador, Aracaju e outras capitais deram um aviso ao eleger prefeitos ligados a forças políticas com forte alicerce no passado.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Ana Dalva quer criar uma liga desportiva em Heliópolis

Além de reapresentar os Projetos Contra a Baixaria e o Ficha Limpa Municipal, vereadora quer criação de uma Liga Municipal de Desporto.
Ana Dalva quer organização no esporte de Heliópolis
A vereadora Ana Dalva, sem partido, apresentou na sessão desta segunda-feira três Projetos de Lei. Dois deles já são conhecidos do público e foram apresentados na legislatura passada e barrados pelo então presidente, vereador José Mendonça Dantas. Quando Ana Dalva perguntava sobre os projetos, o vereador dizia que estava no setor jurídico. Na verdade, os projetos foram engavetados. O vereador sabia que poderia atingir a administração do prefeito anterior, que era seu cunhado. Agora, Ana Dalva reapresentou a propositura com pouquíssimas modificações. O primeiro dispõe sobre a proibição do uso de recursos públicos para contratação de artistas e patrocínio ou promoção de eventos que em suas músicas, danças ou coreografias desvalorizem, incentivem a violência ou exponham as mulheres a situação de constrangimento. Conhecido por Projeto Contra a Baixaria, já aprovado a nível estadual, de autoria da deputada Luiza Maia (PT), a lei inspirou a vereadora em Heliópolis. “Como o projeto da deputada não atinge os municípios, autônomos nesta questão, estou tentando sensibilizar os colegas para aprová-lo aqui. Espero que eles deem exemplo. São 8 homens e apenas eu como mulher. Caso seja aprovado pelos colegas e sancionado pelo Prefeito, será um presente deles a nós todas e uma reafirmação dos homens públicos como defensores das mulheres desta terra, que são suas mães, filhas, amigas e parentes.”, sentenciou.
O outro projeto é o do Ficha Limpa Municipal. Trata-se da proibição para ocupar os cargos ou funções de Secretários Municipais, Ordenadores de Despesas, Diretores de Escolas, Diretores de Departamentos e Órgãos públicos nos três níveis de Poder, Sociedades de Economia Mista, Conselhos, Fundações e Autarquias do Município de Heliópolis qualquer pessoa que tenha sido condenada por crimes que vão desde a improbidade administrativa a rejeição de contas públicas. E Ana Dalva deixa bem claro: “Eu não posso colocar no alambique o viciado em cachaça. Foi eleito pelo povo e cometeu erros, não pode mais administrar nenhum bem público. Isso é beneficiar o infrator. Chega de impunidade!”, salienta.
Ana Dalva também apresentou um projeto de criação da Liga Heliopolitana de Desporto – LHD – que terá por fim organizar e administrar o desporto no município. No projeto, a Liga seria administrada por 6 membros, com indicações dividida entre os poderes Legislativo e Executivo. Os indicados não terão direito a remuneração. A LHD será mantida pelos sócios, indicados ou não por clubes. Cada sócio terá direito a voto para decidir os destinos da Liga em assembleias. No texto há ainda a obrigatoriedade de realização de um campeonato municipal, um campeonato rural, um campeonato de futebol de salão e a realização de uma olimpíada todos os anos. Mas a ideia não está fechada. Ana Dalva disse que a verdadeira intenção é abrir o debate sobre o esporte no município. “Chegamos a ter aqui uma Liga, uma copa rural e as coisas são iniciadas, mas desaparecem. Nossos jovens precisam da prática esportiva e da educação. Além de ajudar na sua formação, poderemos revelar jogadores para Bahia, Vitória e outros times. Estamos muito atrasados nesta área!”, afirmou. Para garantir um projeto mais eficiente possível, Ana Dalva pediu aos membros das Comissões encarregadas da análise uma reunião pública para colher sugestões dos desportistas. O diretor de esportes do município, José Sales, receberá uma cópia do projeto para contribuir com novas ideias. 
Ana Dalva ainda faria um discurso prometido durante a semana, mas três vereadores faltaram. Até o fechamento da sessão, só Raimundo Sabiá justificou a ausência, por estar com o irmão internado em Cícero Dantas. Zeic Andrade (Vice-Presidente) e José Clóvis (1º Secretário) não apresentaram ainda justificativas, segundo a presidência. Por conta disso também, Ana Dalva adiou a apresentação das prestações de contas de abril e maio. Ou seja, a última Sessão do Semestre estará acarretada no dia 17 de Junho. Melhor assim.

Cordas & Sons- Levianato

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Redução na produção de antibióticos ameaça saúde

A indústria reduziu lançamentos e as superbactérias proliferam. Especialistas alertam sobre impacto desse descompasso no tratamento de infecções
Fernanda Aranda – do portal iG de São Paulo
Produção de antibióticos cai e superbactérias crescem no mundo
A baixa produção de antibióticos ameaça a humanidade
Duas velocidades incompatíveis ameaçam o tratamento mundial de doenças causadas por bactérias. Ao mesmo tempo em que a indústria farmacêutica do planeta reduziu a produção de novos antibióticos, os casos de bactérias multirresistentes aos remédios disponíveis estão em plena aceleração. Os números já alarmaram a Organização Mundial de Saúde (OMS) que, em relatório divulgado no ano passado, informou: oito das 15 farmacêuticas produtoras de antibióticos perderam o interesse em atuar na elaboração de fármacos mais potentes. Os dados, publicados em artigo na revista The Economist, contabilizam o prejuízo. “Entre 1983 e 1992, as agências reguladoras de novos medicamentos aprovaram 30 drogas do tipo. Desde 2003, no entanto, apenas sete antibióticos chegaram ao mercado”. Enquanto isso, as autoridades sanitárias, incluindo a do Brasil, registram o aparecimento veloz de bactérias causadoras de pneumonias e outras doenças que simplesmente não reagem às medicações existentes, como os últimos casos registrados em unidades de terapia intensiva (UTI) de Porto Alegre (Rio Grande do Sul). O ideal, afirmam os especialistas, seria investir em tratamentos pioneiros para vencer os agentes bacterianos multirresistentes e que provocam mortes, características de 20, 2% das bactérias que circulam no Brasil , conforme atestou o estudo internacional chamado Sentry, feito com base em 325 amostras de bactérias do pneumococo que circulam no País. A falta de novidades terapêuticas impede, no entanto, este tipo de investida e deixa os médicos com pouca munição para tratar as doenças bacterianas líderes em causa de internação. Um levantamento feito pelo iG no banco de dados do Ministério da Saúde indica que são, em média, 1.300 internações diárias em hospitais públicos acumuladas só por causa da pneumonia .
Apelo
Com esta realidade clínica, um grupo de especialistas de diversas nacionalidades, entre eles a médica brasileira Rosana Richtmann, publicou um apelo na revista médica The Lancet alertando que “um dos tesouros da medicina” está ameaçado de extinção. “Apelamos aos nossos colegas em todo o mundo para assumir a responsabilidade para a proteção desse precioso recurso [os antibióticos]. Não há mais tempo para o silêncio e a complacência”, diz o manifesto divulgado em 2011. Dois anos se passaram desde a convocação feita pelo Lancet e o quadro crítico não foi alterado, lamenta Richtmann, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e do comitê de Imunização do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim). “Acabo de voltar de um congresso na Europa muito preocupada e desanimada. Não tivemos nenhum lançamento de impacto no cenário dos antibióticos em 2012”, afirmou ela. “As informações são de que não temos nada programado para 2013. Assim, ficamos de mão atadas”, completou.
A origem
Marcos Antonio Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), pontua os fatores que contribuem para a letargia industrial na produção de novos antibióticos. Segundo ele, os medicamentos desta classe são usados por pouco tempo, mas exigem ao menos 10 anos de pesquisa. Diferentemente dos remédios para doenças no coração, que serão usados a vida toda, eles agem em problemas pontuais, revertidos em poucas semanas. Além disso, as patentes que regem a exclusividade na produção são expiradas após cinco anos, o que desestimula o investimento financeiro. Somado a este contexto, está o mau uso dos antibióticos, tanto por parte dos médicos quanto da população. Prescrever medicamentos deste tipo para doenças causadas por vírus ou parar o tratamento antes do prazo acelera o processo que faz a bactéria virar multirresistente. Isso torna, em poucos anos, o antibiótico obsoleto. “O poder público, as universidades e as sociedades médicas deveriam estabelecer programas de cooperação para pesquisa, pois temos os profissionais capacitados, tecnologia adequada e os pacientes-alvo dos estudos científicos”, acredita Cyrillo. Sem os novos fármacos e sem a mudança de hábitos por parte da população – que além da prescrição responsável também exige medidas de higiene, como lavar as mãos – as bactérias ficarão ainda mais protegidas e os pacientes cada vez mais vulneráveis.
Novas e velhos
Enquanto novas bactérias só contam com velhos antibióticos, os médicos recorrem a alquimias, esperando efeito positivo. “Nestes casos, utilizamos associações de antibióticos, aumentamos as doses e utilizamos princípios de farmacocinética e farmacodinâmica”, explica Cyrillo sobre os processos que buscam otimizar doses e tempo de duração. A esperança para mudar o contexto vem do aperfeiçoamento das técnicas preventivas às doenças bacterianas, como novas vacinas que impedem a contaminação por microrganismos bacterianos, transmitidos pelo ar. Segundo os especialistas, vem também da iniciativa das pessoas de atentarem para a importância de que lavar as mãos salva vidas e de que o tesouro da medicina chamado antibiótico precisa ser usado com cautela.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

¨¨¨Landisvalth Blog: Bahia de sangue:...

¨¨¨Landisvalth Blog: Bahia de sangue: Porto Seguro e cidades vizinhas s...: Dados estão no mapa da violência na Bahia, preparado pelo CORREIO com base em registros de homicídios em 2012. Na nossa região, Nova Soure, Heliópolis e Itapicuru são os mais violentos.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Espanha enviará médicos para o Brasil


'Eles têm 20 mil sem emprego lá. Não vamos só ficar vendo oportunidade e não tentar atraí-los', afirma ministro.
Jamil Chade / Genebra - O Estado de S.Paulo
Espanha e Brasil chegaram a um entendimento e fecham detalhes do acordo para enviar médicos a áreas periféricas do Norte e Nordeste. Ontem, uma delegação do governo brasileiro se reuniu em Genebra com os Ministérios da Saúde da Espanha, além do governo de Portugal - com o qual ainda não há nada definido. Em entrevista ao Estado, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmou que os estrangeiros poderão atuar sem a revalidação do diploma - mas por, no máximo, três anos e sem o direito de se transferirem para locais como São Paulo. E há pressa em fechar o acordo. "Estamos sendo pressionados por prefeituras e Estados."
Por que o Brasil quer buscar médicos no exterior?
Não pode ser um tabu no Brasil o debate sobre médicos estrangeiros. Outros países tem políticas de atração de profissionais. No nosso caso, será questão transitória. O principal foco é a formação de profissionais com vagas em universidades no interior e meios para incentivar que filhos de um trabalhador rural queiram cursar Medicina. Mas o ciclo de formação de um médico é de seis a oito anos. De outro lado, temos países como a Espanha que estão interessados. Há hoje na Espanha um desemprego que atinge 20 mil médicos. Não vamos ficar vendo essa oportunidade e não tentar atrair esses profissionais.
Hoje (ontem), houve reunião com os governos da Espanha e Portugal. Quais os resultados?
Foram muito positivos. Já havíamos enviado uma missão à Espanha na semana passada, que percorreu regiões como a Catalunha e Andaluzia. Há um claro interesse por um intercâmbio. Houve entendimento e já estamos negociando um memorando entre os dois países. Estamos no caminho de um acordo e será rápido.
Por que não se exigirá o Revalida (exame de habilidades) desses profissionais, como ocorre nos grandes centros?
Como eu disse, é uma questão transitória, por um período máximo de três anos. Nesse período, há até a possibilidade de que a crise na Espanha tenha sido superada e eles voltem. Há duas formas de atração de profissionais: a primeira é a validação do diploma. O problema nesse caso é que o profissional que tenha essa condição está livre para trabalhar em todo o Brasil. Com isso, não o podemos fixar em uma só região, podem atuar onde quiserem. O outro caso é a da autorização exclusiva, que seria um acordo para que certos profissionais possam atuar em regiões específicas e onde acreditamos que faltam médicos.
Mas, afinal, quais serão os critérios para que médicos estrangeiros sigam para o Brasil?
Descartamos em primeiro lugar atrair médicos de países que têm uma taxa de médicos inferior ao Brasil, como no caso da Bolívia e outros países da região. Descarta-se também a aceitação de médico de universidades que não são reconhecidas pelos próprios países. A outra condição é que terão de atuar exclusivamente nas áreas designadas pelo Estado.
E de quantos profissionais o Brasil precisa?
Nos últimos dez anos, abrimos vagas de primeiro trabalho para 140 mil médicos e formamos 90 mil. Para os próximos anos, os investimentos que farão os governos no Brasil abrirão vagas para mais 26 mil médicos. Hoje, temos uma média de médicos por habitante que está abaixo da média das Américas, dos países em desenvolvimento e é metade da taxa que existe em Portugal e Espanha. Prefeitos das áreas mais necessitadas ainda calculam que eles precisarão de 13 mil médicos nos próximos anos.